A cada dia inúmeros leitores enviam suas inúmeras listas de “Teorias da conspiração” através do nosso email, e nos do caixa agradecemos a vocês leitores pois sem as suas dicas seria praticamente impossível redigi-las.
Confira a sequência do post Obscuras teorias da conspiração. Desta vez, estamos adicionando uma lista de teorias que sejam detidas por um número muito menor de pessoas (que, felizmente para nós, resultam em algumas idéias um pouco mais bizarras).
Também há itens que tratam de assuntos delicados, por isso é importante ressaltar que a intenção do post é apenas apresentar as teorias e não julgá-las. Qualquer sugestão, correção ou reclamação sobre os temas abordados, colocar nos comentários, relatando/argumentando de forma educada, caso contrário, o comentário será apagado e não será respondido. Confira:
Aquecimento Global

Aproveito o momento dos “concertos para salvar o mundo do aquecimento global” para lançar este artigo.
Todos nós sabemos o que é o Aquecimento Global. Não há qualquer dúvida de que o clima está a aquecer, com consequências que se podem tornar catastróficas para algumas comunidades.
Parece que o homem está finalmente, depois de destruir muitos ecosistemas, afectar directamente o clima, a começar a pagar a sua irresponsabilidade. Certo? Errado!
Tenho boa memória, e li muitos livros. Nos anos 40 do século XX, houve um arrefecimento global do clima. O inverno de 1942, por exemplo, foi o mais frio registado no século, e a temperatura global continuou a cair pelos 30 anos mais próximos, até por volta de 1975, coincidinto com o período de industrialização mais desenfreado do após-guerra. Este fenómeno preocupou o público. Estaria a terra a aproximar-se de uma nova Idade do Gelo? Li alguns livros de cientistas, escritos nos anos 60-70, defendendo a teoria de que a poluição e a emissão de CO2 para a atmosfera estava a provocar um arrefecimento global e a vinda a curto prazo de uma nova idade do gelo. Esta teoria foi paulatimamente esquecida, porque o clima começou a aquecer, e manteve-se razoavelmente estável nos anos 70 e 80. Mas continuou lentamente a aquecer, e na última década acelerou o aquecimento. Então, começamos a ver artigos de cientistas de que o homem, destruindo ecosistemas e aumentando a emissão de CO2 para a atmosfera, está a provocar o aquecimento global do clima. Não deixa de ser estranho que, no prazo de cerca de 40 anos, os mesmos fenómenos sejam identificados primeiro como provocadores do arrefecimento global, e agora provocadores do aquecimento global.
Estará então o clima em constante mutação?
Na realidade, sim. De acordo com todas as informações que possuímos, o clima nunca foi estável, e quer aqueceu quer arrefeceu, e em intervalos historicamente muito curtos. Outras alterações mais drásticas ocorrem periodicamente também em intervalos muito maiores, como as idades do gelo. E a ciência tem inúmeras provas de que o clima da terra está em constante mutação.
A história recente mostra-nos muitos exemplos. por exemplo, o reinado de Luís XIV correspondeu a um período de aquecimento global e de clima anormalmente quente. Luís XVI teve menos sorte, o seu reinado foi marcado por um clima anormalmente frio, ao ponto de o rio Sena gelar em Paris e o vinho ser vendido à machadada. A agricultura falhou, criando uma falta generalizada de pão, que adicionada à especulação desenfreada dos especuladores nos preços do pão, contribuiu para a Revolução Francesa.
Temos também registos de momentes relativamente recentes em que o clima esteve mais quente do que se encontra agora. Tal aconteceu nos séculos XII e XIII, o que coincidiu com os momentos altos da Idade Média e das suas grandes realizações. As calotas polares não desaparecerem, tal como os ursos polares, nem houve aumento catastrófico do nível dos oceanos.
Mas então o que provoca estas alterações climáticas?
Aplicando uma simples relação causa-efeito e o simples bom senso, o primeiro factor que devemos ter em conta é a única a fonte de calor do Sistema Solar e da Terra: o Sol.
Encontramos uma correlação directa. O Sol, como qualquer outra estrela, não irradia uma quantidade constante de energia. Na realidade, a quantidade de radiação vai variando, aumenta e diminui periodicamente, num ciclo que demora vários anos. As pulsações podem variar de intensidade e ser mais suaves ou extremas.
Outro factor que pode também alterar a quantidade de calor recebida pela terra é a existência de poeira interestelar, tornando o “vácuo” menos transparente. Assim, a quantidade de radiação solar que atinge a Terra diminui. O Sistema Solar, há medida em que a nossa galáxia vai rodando, atravessa núvens de poeira interestelar periodicamente. De facto, as principais idades do gelo que acontecem periodicamente coincidem com a passagem do sistema solar por estas núvens.
Procuramos então saber o actual estado do Sol. Segundo as publicações científicas, encontramos a informação de que a radiação que o Sol irradia se encontra num máximo nunca antes registado desde que se começou a medir a radiação solar, e parece continuar a aumentar de intensidade pelos próximos anos.
De facto, o planeta menos afectado por este aumento sem precedentes da radiação solar é a Terra, graças à tendência estabilizante da vida e do ecosistema.
A NASA tem registado nos outros planetas alterações bem mais importantes do que na Terra. As calotas polares de Marte têm vindo a diminuir a um ritmo bem mais acelerado do que na Terra. Os satélites de Júpiter e Saturno, que na sua maioria não passam de gigantescas bolas de neve, o degelo tem sido constante gerando grandes “mares”.
E o CO2?
O CO2 é um gás fundamental para a existência de vida na Terra. De facto, é a principal matéria-prima da vida. É do conhecimento geral que as plantas absorvem CO2 e produzem oxigénio. O CO2 é a única fonte de Carbono para a matéria viva. Toda a matéria viva é composta de Carbono, Hidrogénio e Oxigénio. E todo o carbono existente na bioesfera tem a sua origem no CO2.
Um índice elevado de CO2 na atmosfera favorece o desenvolvimento das áreas verdes. Numa Terra afectada pelo desflorestamento, um nível elevado de CO2 é o melhor que podemos fazer para o combater.
E a Terra tem um gigantesco regulador da quantidade de CO2 na atmosfera: o oceano. O CO2 é altamente solúvel em água (daí ser usado nas bebidas gaseificadas), o que significa que um aumento de CO2 na atmosfera faz com que mais CO2 seja absorvido pelo oceano. O que é bom, porque o CO2 servirá então para o desenvolvimento do fitoplancton, o maior responsável pela produção de oxigénio na terra e a base de toda a cadeia alimentar nos mares.
Mas então e o efeito de estufa?
Sim, o CO2 é um dos muitos gases que contribui para o efeito de estufa. Mas não é de maneira menhuma o mais importante.
Na atmosfera da Terra, existes diversos gases causadores de efeito de estufa. O que não nos é dito é que apenas um deles é responsável por 95% do efeito de estufa: O VAPOR DE ÁGUA! O CO2 é apenas um dos outros vários gases que contribuem em 5% do efeito de estufa na Terra
O CO2 é também um gás que favorece a produção de Oxigénio, um gaz que reduz o efeito de estufa. A situação é tão complexa que a comunidade científica está dividida quanto à influência do CO2 na temperatura global. Muitos defendem que um índice elevado de CO2 contribui de facto para o abaixamento da temperatura global.
Sabemos também que a erupção de um único vulcão de bom tamanho envia para a atmosfera mais CO2 que todo o CO2 produzido pelo homem em um ano!
De facto, a humanidade como um todo contribui com uma percentagem mínima do CO2 libertado na atmosfera, que por sua vez contribui numa percentagem mínima para o efeito de estufa. Mais to que a humanidade como um todo, os vulcões libertam grandes quantidade de CO2 na atmosfera. Muito mais que os vulcões, o conjunto de todos os outros seres vivos, também liberta CO2. Acima destes, temos a libertação de CO2 para a tmosfera da vegetação morta, tal como as folhas mortas libertadas pelas árvores no Outono. E muito, muito, muito acima destes todos, temos o maior libertador de CO2: o mar.
A atmosfera terrestre produz algum efeito de estufa, sempre o fez. Claro que esse efeito de estufa se deve na sua quase totalidade ao vapor de água. Na realidade, a Terra seria inabitável sem efeito de estufa, tal como seria inabitável sem CO2.
O CO2, um poluente???
Chamar de poluente ao CO2 é simplesmente criminoso. De facto, o nível de CO2 actual encontra-se abaixo da média em que se encontrava na última idade do gelo. Vivemos uma época de carência de CO2, e a tendência de desertificação que se tem verificado é também consequência desse baixo índice de CO2 na atmosfera.
Mas o efeito de estufa está a aumentar, certo?
Errado! O efeito de estufa é fácil de medir, e não é maior hoje do que era há 100 anos, por exemplo. Nenhum índice indica qualquer aumento do efeito de estufa.
Embuste Propositado?
Para vermos se estamos perante um embuste, temos de ver primeiro: se a teoria é correta; se se trata apenas de um movimento mal orientado, ou se há o interesse em passar propositadamente uma mensagem falsa; quem ganha com isso?
Al Gore mostra-nos um interessante gráfico, onde parece surgir uma correlação directa entre a temperatura global e a quantidade de CO2 na atmosfera. O que ele não nos diz é que o que as medições nos mostram é que existe um desfasamento, de 200 a 800 anos, entre uma alteração da temperatura global e a consequente alteração do teor de CO2 na atmosfera. Isto é, o CO2 segue a temperatura e não o contrário!. A razão é simples: o mar ao aquecer passa a libertar mais CO2 para a atmosfera. Claro que Al Gore sabe disso, assim como os outros aldrabões que se encontram por detrás deste embuste.
De facto, estamos perante uma campanha muito bem organizada, incluindo colaboração directa de órgãos da ONU, a participação da comunidade científica, e de organizações poderosas. Hmm… sempre que vejo uma corporação envolvida num esforço “humanitário”, desconfio. Chamem-me paranóico, se quizerem. Mas conheço demasiados exemplos de operações “humanitárias” das corporações com o objectivo de fazer grandes negócios. E o que está em causa aqui?
Estamos na realidade perante o embuste do século, e o de consequências mais abrangentes. Trata-se de, em nome de uma “tentativa de salvar o planeta”, lançar impostos a nível mundial e concentrar o poder nas mãos daquelas organizações supranacionais cujo objectivo é o governo mundial. Deste modo, não nos espanta o facto vermos um dos herdeiros da família Rothschild, David Mayer Rothschild, directamente envolvido numa “campanha humanitária” para “salvar o planeta”.
Para tanto, apresentam dados “de acordo com mais de 2500 cientistas”. De facto, centenas desses cientistas já denunciaram o facto de nunca terem concordado com a ideia de que o aquecimento global é provocado pelo homem, muito menos pela emissão de CO2. A maioria, como sempre, manteve-se calada. É mais fácil ir com a maré e continuar a receber os subsídios. E a nenhum deles foi perguntado se concordavam com as conclusões do relatório. Mas todos foram incluídos na lista. Mesmo os que nunca concordaram com as conclusões e manifestaram publicamente a sua discordância.
E, enquanto estes poderosos grupos, todos coordenados em torno de um objectivo comum, um imposto global e um governo global, tentam convencer a humanidade de que somos nós os responsáveis pelo aquecimento global, continuam a emporcalhar o ecosistema sem a mínima consideração pelo ambiente.
E nós pagamos a factura.
Mas parece que as vozes começam a emergir contra este embuste:
Arma geofísica: a denúncia russa
E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.
Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.
Terremoto no Haiti
Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.
Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.
Bloqueio militar
Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.
Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.
Controle mental
Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.
Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.
Adaptado de: http://www.tecmundo.com.br/
Essa, com certeza, pode ser uma das maiores atrocidades que a Humanidade presencia. Enquanto os EUA acusa o Irã de criar armas nucleares, sem provas, deixam para quem quiser ver que eles possuem uma Arma geofísica que é tão poderosa quanto dezenas de armas nucleares. Para nossa sorte ou azar, dependendo do que irá acontecer, alguns governos se anteciparam e construíram sua própria versão do HAARP. Hoje, Noruega e Russia possuem uma instalação parecida. O certo é que, apoiados na ingenuidade do povo, os EUA continua a utilizar a sua arma sem restrição. “Ah, mas é loucura imaginar que isso é uma arma” … leia o relatório Russo feito por generais especialistas em instrumentos bélicos. É simples falar que é loucura algo que ninguém pode provar, já que, os EUA proibem a entrada de qualquer outro governo ou organização para inspeção da instalação a ponto de verificar se existe ou não a possibilidade de aquilo ser uma arma. Como diz o ditado “quem não deve, não teme” e se proíbem que qualquer pessoa que não seja do projeto, investigue seu potencial. Por ironia do destino, a hipocrisia dos EUA é tamanha que, eles dizem que o Irã pratica um crime contra a Humanidade quando proibi que os grupos da ONU investiguem suas pesquisas sobre energia nuclear mas não permite que qualquer investigação seja feita em uma pesquisa que dizem ser de cunho geofísico.
Seria o papa o anticristo descrito pela bíblia ?
Adaptado de: fenomenum, ahduvido, webepronto, e acima de tudo o nosso agradecimento especial aos leitores que nos proporcionaram o material para a matéria.









































Sabe o que é estranho pra começar é que as provas usadas contra o aquecimento global chega a ser idiota é ridiculo comparar qualquer pensamentoo cientifico de 50 anos atras com o atual e segundo por que será que o país que tem o maior nivel de poluição mundial o pais que não assina nem um termo de colaboração contra a poluição é o unico país que afirma de pés juntos que o aquecimento global não existe ? E quanto ao bloqueio militar e arma geofisica isso já é fato.